Onde os sonhos são imperfeitos e sonhamos com a imperfeição...

17 de dezembro de 2010

Canticos do Bardo

Toda manhã é diferente
Todo dia é referente
A coisas do futuro
Com seu caminho obscuro

Tudo é uma mudança constante
A alteração de valores é algo interessante
Assim destino é algo distante
Mas continuamos na luta incessante

Não há sentimento definido
Não há razões explicadas
A variação é algo infinito
Com limitações erradicadas

O que hoje é felicidade
Amanhã pode ser dor
O que hoje é amizade
Amanhã pode ser amor

Importante é vivermos
Constantemente sem medo
Pois é assim que perdemos
Desistindo quando ainda é cedo...
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Aproveite intensamente cada um de seus sentimentos...



Lorhien Wolpart

2 de dezembro de 2010

Pensamentos Capturados #3 - O Café

          Sento, saco minhas folhas, minha caneta e penso: o que escrever?
          Olho para os lados, e só vejo um assunto...

O Café

24 de setembro de 2010

Cartas à Sophya I

   Me diga como é possível? Se somos de mundos tão distantes?


   Não sei explicar, e agora escrevo-lhe uma carta que nunca irá ler. É meio solitário, mas tive que abrir mão de um certo sonho e desejo meu, para que um outro sonho mais importante se tornasse realidade. Não era eu o homem que iria fazer você feliz, não era justo então eu tentar lhe capturar. Não nego que sinto falta de olhar seus olhos lindos, sua boca sensual e sentir seu aroma inebriante. O que tenho em mente que me faz não lamentar por essas decisões é justamente o fato de que o mundo é justo, e que deixar-lhe livre era a escolha que lhe deixaria mais feliz.



    Não consegui abonar certos instintos. Ontem estive la, no auditório, enquanto você fazia sua apresentação de ballet. Precisava presenciar esse momento tão mágico. Não queria que me visse lá, por isso fiquei em um local mais escondido e próximo da aída, para que pudesse ir antes de você me notar. Um tanto patético, mas era necessidade de minha alma.


   Essa carta é só para dizer que o que sinto por você, desde o dia que parti para me tornar mais um andarilho estudioso dos mistérios que acercam o universo, não mudou. E nessa carta que nunca irá ler, lhe digo mais uma vez que meu coração e minh'alma ainda lhe pertencem...



Te amo Sophya...




Lorhien "o Bardo" Wolpart

23 de setembro de 2010

Quando chega a hora de voltar...

            "Você voltou!", ela disse. A felicidade em seu rosto estava estampada. "Você voltou! Não 'tô nem acreditando!". Com seus braços abraçados ao pescoço do rapaz, ela assassinou parte de sua saudade.
          "Sim, eu voltei. Eu lembrei que aqui há pessoas que me querem bem.", ele responde. Três meses foi o tempo que ele passou afastado do seu lar. Ele precisava viver aquilo que o destino não havia deixado. Quase que exatamente três meses atrás, ele sacou todo seu pouco dinheiro do banco, colocou um punhado de roupas numa mochila, e foi embora país a dentro em cima de sua velha Guerreira, deixando para trás apenas um bilhete.
          "Eu ainda não entendi porque você fez isso sem me avisar.", ela disse sem nem suspeitar que até mesmo o rapaz não entendia o que ele fizera. Ignorando totalmente a multidão que passava pela rua naquela hora, ela lhe deu outro beijo suave.
          "Esqueça. O importante é que você voltou. Vamos embora daqui. A propósito, onde você foi?". Poucas pessoas sentiram tanta falta do rapaz quanto aquela moça. Aqueles dois tinham algo de especial, algo de diferente. Talvez eles nem soubessem disso, mas ela o esperou, e ele não teria voltado se não fosse por ela.
          "Não muito longe. Eu sempre estive por perto.", ele respondeu e os dois começaram a andar. Eu os observei até saírem do meu campo de visão. Agora estou aqui parado, pensando que eu deveria terminar meu café e também voltar para o meu lar, encontrar meus amores, meus amigos, meus ideais...

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Voltei... (?)

19 de setembro de 2010

Canticos do Bardo

Felicidade incontável
Com gestos não feitos
À altura do imaginável
Com sentimentos eleitos

Sonhos fantasiados na realidade
Realidade metamorfoseada em sonhos
Onde sei que tenho toda a liberdade
Pois as regras sou eu que imponho

Diga-me com sinceridade
Tudo que eu sempre disse
Você acreditou ser verdade?
Ou pensou ser apenas tolice?

Queria gritar aos quatro ventos
O quanto incontável eu te amo
Isso em todos os momentos
Que em meu coração te chamo

Não seria justo contigo
Abriria novamente uma ferida que criei
Nem seria justo comigo
Pois perderia o que eu já conquistei

Contesto meu próprio temor interno
Digo que tenho que me libertar e viver
Deixar de ser como um enfermo
Somente calado, esperando para morrer

Se da forma que estamos agora
Já me é mais que suficiente
Por que eu quero mais a toda hora
Que excesso faz mal eu estou ciente

Não sei como completar
Não encontro palavras para me expressar
Nem consigo mais rimar
Só sei que eu adoro te amar...


Lorhien Wolpart















Me desculpem, é um pequeno desabafo que eu tinha que contar... eu sei que está mal escrita, mas não to conseguindo dizer o que eu quero e o que sinto por você
Só sei que fiquei extremamente feliz por te rever...

15 de setembro de 2010

Definindo um ser Humano

Não são palavras que me definem, mas sim pessoas e amores.

Lorhien Wolpart

8 de setembro de 2010

Canticos do Bardo

O que deveria ser dor
Foi na verdade cura
Seja lá como for
Sinto que a sensação foi pura

O que deveria ser triste
Na verdade me alegrou
Tudo o que consiste
A era que mudou

Sua alegria é meu prazer
Seu prazer é meu cantar
Seu cantar é meu viver
E seu viver é meu amar

Estou extremamente feliz
Como há muito não estive
E não há livro que diz
Quando é que a gente vive

Lorhien Wolpart

20 de agosto de 2010

Felicidade

"Não queiram saber o segredo da felicidade, pois ela não possui segredo algum, basta ser feliz"

Lorhien Wolpart

15 de agosto de 2010

Dose de cura

"...Doze doses diárias de duas horas de vida...
...Doze doses diárias de duas horas de harmonia...
...Doze doses diárias de duas horas de sabedoria...
...Doze doses diárias de duas horas de amor...

...Todos os Dias..."

Canticos do Bardo

Doce dor que minha mente sofre agora
A nostalgia dos bons momentos de outrora
Antes da correria da vida dominar meu ser
Naquela época onde eu conseguia viver

Minha mente a todo momento retorna
Para aquelas palavras que a transtorna
Sinto falta de poder te ver e ouvir
Sinto falta do que se foi sem se despedir

Realmente preferia não sentir isso
Preferia ser frio como um bloco de gelo maciço
Queria não tanto te querer
Realmente queria simplesmente esquecer

Mas me sentiria menos humano
Afinal sou apenas mais um ser mundano
Preciso de algo para me enlouquecer
Preciso de alguem para querer

Parece loucura que eu consiga sonhar
Com dias em um futuro de alumiar
Dias que perdi a esperança de ver
Dias que eu quero muito ter

E para tão longe tudo partiu
Ignorando a dor que meu coração sentiu
De não poder mais te ver
De não poder mais te ter

Suas voz se tornou algo imaginario
E enquanto passam os dias do calendário
Se dissolve na minha mente
E meus ouvidos solitários se sentem

Não sinto mais seu abraço
Não entendo mais o que faço
Sem hoje ver teu sorriso
Sem amanhã ver teu sorriso

O passado agora parece tão belo
Quero voltar a ter aquele velho elo
Ter a amizade de alguem importante para mim
Alguem que me fez sentir assim

Por que a vida é tão distante do ideal?
Por que o meu sonho não pode ser real?
Eu desejo e rejeito tudo ao mesmo tempo
E sempre tropeço nesse contratempo

Lorhien Wolpart

28 de julho de 2010

Passagens do ar

"Jamais critique a mudança de ideias e sentimentos de uma pessoa. Afinal, nada no universo é, por natureza, imutável."

Lorhien Wolpart

20 de julho de 2010

Canticos do Bardo

Hoje de manhã havia uma cicatriz
Uma maculação no som da cidade
Era perfeito o som do chafariz
E no canto dos passaros tinha uma ingenuidade

Também havia uma estranha mancha
Recolorindo a velha paisagem monocromática
E aquela seriedade se desmancha
Quando vem aquela brisa aromática

Não sei dizer muito bem
Estava tudo tão lindo
São misterios que os misterios concebem
Que os estresses vão diminuindo

E fazendo do perfeito o sucinto
Tudo com simples imagens e sons
E redefinindo o que eu sinto
Apenas com cores e tons

Me lembrando do passado
Dos momentos bons que vivi
Coisas que do normal não teria pensado
Das pessoas com quem convivi

Meu dia hoje valeu para sorrir
Simplesmente por arvores e pássaros
E suaves águas a fluir
Que proporcionam esses momentos raros


Lorhien Wolpart

30 de junho de 2010

Pensamentos Capturados #2 - Inspiração

          Não sei se todos os poetas escritores pagãos rabiscadores de palavras em forma literária sofrem do mesmo mal(mau?) que eu sofro. Se não, então talvez achem esse post a mais pura e sincera bobagem.

 "Inspiração"

12 de junho de 2010

Mais um doze do seis...

         Feliz dia do amor aos enamorados, apaixonados e "enrolados"!

12 de Junho.

         Dia em que pessoas que se amam dizem "eu te amo", trocam presentes e saem pra comemorar mais um de seus dias.
         Dia em que pessoas que querem amar abrem seus corações e se deixam apaixonar.
         Dia em que as pessoas esquecem seus outros amores e se concentram em um, apenas um.
         "Outros amores? Como assim?", você me pergunta...
         Ora, claro que existem outros amores! O amor é um sentimento tão forte e tão presente, que poucos tem a noção do poder que ele tem, e menos ainda sabe vê-lo e senti-lo.
         Hoje o amor está tão banalizado que a maioria só lembra de dizer "eu te amo" aos seus parceiros e somente em datas como a de hoje. Parece que o romantismo se perdeu, e só aparece nos corações de poetas e escritores pagãos apaixonados pelo poder de uma simples palavra de quatro letras começada com "a".
         O amor não foi inventado, nem canonizado, e muito menos se sacrificou por alguém. Não faz sentido ele ter um dia comemorativo, como se precisasse de uma data especial para ser lembrado. Se existe um culpado por essa banalização, talvez seja a falta de consideração por ele. Hoje em dia, "Cada vez mais vemos "eu me amo"s, ou "eu amo isso"s, ou ainda "eu amo por isso!"s", como disse um amigo meu, certa vez.
         Deixem-se sonhar e amar.
         Faz bem.

Bons Sonhos...


Leiam o Diário Treborn também.

3 de junho de 2010

Réquiem da Certeza

"Meu sangue que outrora fora derramado
Levou junto muitas coragens que possuia
Agora não sei ao certo o que devo dizer
Por que as pessoas me perguntam o que não posso responder?"

Lorhien Wolpart